segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

esta es nossa fé e mensagem " o. cordeiro"

Queridos irmãos, este nome e esta fé são a nossa mensagem. Nosso único serviço aqui neste mundo é clamar: “Eis o Cordeiro”. Alguém de vocês foi enviado por Deus com outra mensagem? Não pode ser. A única mensagem que Deus outorgou a seu povo é a proclamação da salvação através do Cordeiro- salvação pelo sangue de Jesus...  Falar de Jesus é nossa ocupação; nada mais temos a dizer senão aquilo que esteja contido na revelação que Deus nos deu na pessoa de Jesus Cristo. Ele, que é o nosso consolo, é o nosso único tema.
Isso ecoa as palavras de Paulo a Timóteo: “Prega a Palavra”. Nada mais digno temos a dizer. Não há outra mensagem. Não há outro ministério que valha a pena. Até que a igreja recupere a centralidade dessa verdade e o compromisso único de nosso chamado, o evangelismo continuará sendo implacavelmente puxado para o declínio.
Bibliografia:
Autor: MACARTHUR JR,F,JOHN,2ªedição em português,2004Editora Fiel
Traduzido do original em inglês:
ASHAMED OF GOSPEL
Tradução de:
EROS PASQUINI

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

estávamos ausente por um tempo devido algumas complicações , mas se Deus quiser estaremos novamente postando novos postes

domingo, 3 de janeiro de 2016

Durante certa reunião de pastores e oficiais de igreja, os presentes, um após outro, questionaram o valor das reuniões de oração. Todos confessaram que poucos crentes participavam delas; e vários reconheceram, sem qualquer contrição, que já haviam desistido de tais reuniões.  O que isto significa?  Estão as igrejas vivenciando uma condição saudável ao terem apenas uma reunião de oração por semana e serem poucos que a freqüentam?
                                                                               ( Charles haddon spurgeon)

A igreja contemporânea está passando por uma revolução sem precedentes, desde a Reforma Protestante, em seus estilos de adoração.  O ministério das igrejas casou-se com a filosofia de marketing, e o “filhote monstruoso” dessa união é um diligente esforço para mudar a maneira como o mundo enxerga a igreja.  O ministério da igreja está sendo completamente renovado, na tentativa de torná-lo mais atraente aos incrédulos.  Os especialistas no dizem que pastores e lideres de igrejas que desejam ser mais bem-sucedidos precisam concentrar suas energias nesta nova direção.  Forneça aos não-cristãos um ambiente inofensivo e agradável.  Conceda-lhes liberdade, tolerância e anonimato. Seja sempre positivo e benevolente. Se for necessário pregar um sermão, torne-o breve e recreativo.  Não pregue longa e enfaticamente. E, acima de tudo, que todos sejam entretidos. As igrejas que seguirem estas regras experimentarão crescimento numérico, eles nos afirmam; e as  que as ignorarem estão fadadas à estagnação.  As inovações que estão sendo tentadas são extraordinárias e, até mesmo, radicais.  Algumas igrejas, por exemplo, realizam seus maiores cultos na sexta ou sábados à noite, em vez de no domingo. Tais cultos são repletos de música e entretenimento, oferecendo às pessoas verdadeiros substitutos ao teatro a às atividades sociais.
A atitude que caracteriza o ministro que almeja a excelência deve ser de diligente sobriedade.  Sóbrio significa alguém que possui autocontrole, alguém atento e dedicado.  Um ministro excelente é uma pessoa firme estável, como um atleta que sujeito todas as suas paixões, apetites e energia debaixo de um autocontrole absoluto, a fim de render o máximo. Diante de um mundo em mudanças, em meio a uma igreja vacilante e no contexto de uma sociedade levada ao sabor do vento, é bom que os ministros do evangelho sejam fortes, constantes, estáveis e firmes como rocha.   Precisamos de ministros cujas mentes estão livres de engano, de falsa doutrina e de conceitos não-ortodoxos. Precisamos de pregadores que declarem corajosamente “ todo os desígnios de Deus”.     Pregador nobre é equilibrado, consistente e firme.  Ele não se altera diante dos clamores daqueles que desejam satisfazer a coceira de seus ouvidos.
Infelizmente, a igreja norteada por marketing  apela à pior disposição de nossa época. Ela satisfaz pessoas cujo primeiro amor estás  em si mesmas e que não se importam com Deus, a menos que possam tê-lo sem interromper sua maneira de viver egoísta. Prometa a essas pessoas uma religião que lhes permitirá que tenham conforto em meio ao seu materialismo e amor próprio, e elas a aceitarão aos milhares.  Paulo antecipou essa época, no final de sua segunda carta a Timóteo; o apostolo resumiu seu conselho a Timóteo nestas palavras tão bem enfatizada: “Prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina”(2Tm 4: 2). E acrescentou  a seguinte advertência profética:”Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cerca-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas” (Tm 4: 3,4).
É claro que na filosofia ministerial de Paulo não havia lugar para a teoria do  ofereça- as- pessoas- o – que- elas- desejam, que é tão predominante hoje em dia. Ele ordenou que Timóteo pregasse a palavra fiel, sistemática e pacientemente, de forma a repreender, permitindo que ela confrontasse o espírito vigilante.
Como se compara ap modelo bíblico um ministério norteado por markentig?  Encontramos uma resposta meticulosa a essa pergunta nas duas epistolas que Paulo escreveu a Timóteo, no  Novo Testamento . Paulo havia sido o mentor pessoal daquele jovam pastor, mas Timóteo enfrentou provações severas ao receber o encargo de liderar a igreja em Éfeso, não se deixando envolver pelo pecado e erro.Timóteo relutou com medo e fraqueza humana. Certamente se sentiu tentado         a amenizar a sua pregação em face da perseguição.  Por vezes, pareceu envergonhado do evangelho. Foi necessário que Paulo o relembrasse a permanecer ousadamente firme por causa da fé, ainda que isso implicasse em sofrimento; “Não te envergonhes, portanto, do testemunho de nosso Senhor, nem do seu encarcerado que sou eu; pelo contrário, participa comigo dos sofrimentos a favor do evangelho, segundo o poder de Deus”(2 Tm 1: 8).  As duas epístolas de Paulo a Timóteo delineiam uma filosofia de ministério que desafia a sabedoria  prevale3cente em nossos dias.  Nessa lista, sugere uma filosofia norteada por markentg.  De fato, é impossível harmonizarmos a maioria das ordens dadas às teorias que são tão populçares em nossos dias. Resumindo tudo em cinco categorias: 1- ser fiel em sua pregação à verdade bíblica; 2-ser ousado em expor e refutar o erro; 3- ser um exemplo de piedade para o rebanho; 4- ser diligente e trabalhar raduamenye no ministério; 5 – estarv disposto a sofrer dificuldades e perseguições por causa de seu serviço para o Senhor. Todo cristão é chamado a uma vida de ministério e deve seguir o exemplo dos pastores (1 Tm 4:11 – 12).  Quando a igreja está em declínio, isto significa que multidões de pessoas são conduzidas juntamente no declínio espiritual. “Falsa doutrina e mundanismo” na igreja afetam cada membro do corpo. As instruções de Paulo a Timóteo não são, de forma alguma, apenas para a “elite” da liderança cristã ou ministério pastoral. Isto corresponde a dizer que a filosofia de ministério, deve ser preocupação de cada cristão. Essas questões não s~so, de forma alguma, algo de domínio exclusivo do clero profissional. Há cerca de uma dúzia  de  livros,  que recentemente falam sobre ministério e crescimento de igreja. A maioria desses livros continha uma definição filosófico de ministério . Nenhum deles, entretanto, se referiu às instruções que Paulo tão cuidadosamente delineou a Timóteo.  A maioria extraiu seus  princípios de empreendimentos  modernos , de técnicas de markentig, de teorias de gerenciamento, da psicologia e outras fontes similares. Mas nenhum deles extraiu das Escrituras a sua filosofia de ministério- embora grande parte do Novo Testamento tenha sido explicitamente escrita para instruir pastores a igrejas nessas questões!
ecado de permitir os apetites, as a

mbições ou conduta de alguém sejam moldados de acordo com os valores do mundo. Apesar disso, nos dias de hoje, presenciamos extraordinário espetáculo de programas de igrejas elaborados explicitamente com o objetivo de satisfazer os desejos carnais, os apetites sensuais e o orgulho humano. Durante muito tempo tenho visto revistas, paginas de jornais e programas humorísticos, falando de igrejas que estão lançando mão de inovações, a fim de evitar que seus cultos de adoração se tornem monótonos. Nos últimos cinco anos, algumas das maiores igrejas dos Estados Unidos têm se utilizado de recursos mundanos, tais como comédia "pastelão", peças cômicas entremeadas de música, exibições de luta livre e até mesmo imitações de strip-tease, para tornar um pouco mais atrativas suas reuniões dominicais. Nem um tipo de grosseria, ao que tudo indica, é ultrajante o suficiente para não ser traduzida para dentro do santuário. O entretenimento está rapidamente se tornando a liturgia da igreja pragmática. Além do mais, muitos na igreja crêem que essa é a única forma pela qual havemos de alcançar o mundo. Por isso, dize-nos que, se a multidão de pessoas que não freqüentam as igrejas não querem ouvir pregações bíblicas, devemos dar lhes aquilo que desejam. Centenas de igrejas têm seguido à risca essa teoria, chegando a pesquisar o incrédulos a fim saber o que é preciso para que estes passam a freqüentá-las. Oponho-me àqueles que acreditam que das habilidades humanas podem conquistar pessoas para o reino de Deus com maior eficácia do que o Deus soberano. Essa filosofia abriu as portas da igreja para o mundanismo. A Grande Comissão não é um manifesto de marketing. O evangelho não requer vendedores, e, sim, profetas. É a Palavra de Deus, e não qualquer sedução mundana, que planta a semente que produz um novo nascimento (1 Pd 1:23). Nada ganharemos, senão o desprezo de Deus, se procurarmos remover o escândalo da cruz (Gl 5:11).