quinta-feira, 27 de setembro de 2012

ESTUDO SOBRE SAMUEL  2ª PARTE


o EXERCÍCIO DE SEU  TRÍPLICE MINISTÉRIO (1º SAMUEL 4: 7 )
Impressionantemente a capacidade de ação e de liderança deste homem   Estamos fazendo a transmição do período do juizado para o de reinado em Israel.  Mesmo depois de ter entregue o comando ao rei que o Senhor lhe designara, ele vai continuar cumprindo o seu duplo ministério de juiz e sacerdote, deixando com muita humildade e submissão para Saul, o terceiro ministério do comando dos homens de Israel para a guerra.   Sua presença como sacerdote se evidencia logo no início de seu ministério.  De Dã a Berseba, regiões norte e sul , e extremidades das de Israel, todos sabiam que ele estava confirmado como profeta do Senhor (3: 20).
A palavra do Senhor que "era muito escassa" naqueles tempos (3: 1), chegava, agora, a todos o Israel  por meio da palavra de Samuel (4: 1). Sua presença marcante começou ser exercida ai.
Como juiz, ele, também, vai se fazer muito significativo. Ele vai voltar a dar ao povo de Deus, fracionado em tribos que se espalhavam por toda a terra de canaã, a visão de unidade racial que começa a se perder desde que ocuparam a terra 300 anos atrás e foi, cada tribo o seu espaço designado por Josué.
Além de julgar a Israel em Ramá, onde estava a sua casa, a primeira casa de profetas do mundo, por certo, ele,também, viajava por toda terra prometida, pois "de ano em ano, rodeava por Betel, Gigal e Mizpa, julgando a Israel em todos esses lugares" (7: 16).
A sua grande participação como rei está contada nos episódios da derrota vergonhosa do povo de Deus diante dos Filisteus (4: 1-4); na ultrajante tomada da arca do concerto pelo pecado cometido por Hofni e Finéias, que são mortos (4: 5-11); na morte de repente de Eli, pela vergonha de que tomava conhecimento(4: 12-18); na expressão de tremenda profundidade de uma de suas noras quando, em frente de tudo acontecido, exclama antes de morrer também: "Icabô, De Israel se foi á gloria"

quarta-feira, 26 de setembro de 2012


Estudo sobre Samuel 1ª parte


Uma vida que mostrou para que veio  (1 Sm 1: 3 )

Logo no início de sua vida, vamos verificar que a oração e o desejo dos seus pais se confirmaram.  Quando o entregaram dizendo a Eli que

" por este menino orava eu, e o Senhor atendeu a petição que eu lhe fiz.  Por isso eu também o entreguei ao Senhor; por todos os dias quer viver, ao Senhor  está entregue"

... mal sabiam Ana e Eucana o quanto de contribuição estavam dando ao reino de Deus pela oferta que faziam da vida de um menino que iria se transformar num dos gigantes do povo de deus.
 
     Ele mostrou, desde cedo, para que veio.  Menino ainda já ministrava ao Senhor, enquanto os filhos de Eli se desregravam.  O crescimento infantil e juvenil tem uma descrição muito semelhante ao de Jesus Cristo mais tarde:  "E o menino Samuel ia crescendo em estatura e em graça diante do Senhor como também diante dos homens".

  Finalmente, ainda jovem, quase um menino, vai ser chamado, especialmente, por Deus para uma maior a cumprir.  Na sua ingenuidade, não entendeu logo que o Senhor o chamava, mas pela instrumentalidade de Eli, vai atender o chamada do Senhor e se transformar, então, no líder do povo de Deus que desempenharia, tal como Cristo, um tríplice ministério para o povo do Senhor.  Enquanto Cristo ensinava, pregava e curava, Samuel vai julgar como juiz, profetizar e adorar como profeta-sacerdote e vai levar o povo à vitória como rei.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012


Mateus  24: 1-41

Dois objetivos supremos ocupam esta profecia, um dos quais estava próximo a cumprir-se,  eo outro, remoto. ambos eram perfeitamente claros a sua vista onisciente. 
O que está proximo é a queda de Jerusalém, o que está remoto é a sua segunda vinda.
O primeiro realizou-se dentro de 40 anos após a predição a saber, em 70 a.D; o segundo pertence ao futuro.
O primeiro restrito era a uma área muito limitada apesar de afetar o mundo pelas suas consequencias; o outro abrange o planeta. Algumas das predições referem-se a ambos os acontecimentos, nas em gráus diferentes. A queda de Jerusalém é insignificante, com a vinda do Senhor Jesus Cristo.
Antes de qualquer coisa, vamos fazer um restropecto sobre esta tema, pois o Senhor nos da uma forma de vigiarmos sobre a vinda de Cristo.

1º Sinal Israel florece

Em 14/05/1948 - os judeus receberam um deserto para habitar, até 1948 as cidadse de Israel era deserta  ( Dt 28: 25)

O cumprimento da profecia está em ( Mt 24: 32)
O retorno dos judeus para Canaâ ( Am 27: 14,15; Ez 36: 24-35; Ez 27: 21-22; Jr 16:16)
As dores de parto de Israel Deus os afligindo para que eles retorne a seu país (Jr 30: 5; 1° Tss 3; Ap 12:2; Mt 24: 8)
O milagre da agricultura em Israel. A promessa de Deus em fazer da terra de Israel no Edem (Is 51: 3; Ez 34: 27; Ez 36: 30; Ez 36: 34,35
Os judeus quando retornaram para sua terra foram com 650.000 mil habitantes em 1948 até 1973 eles já tinham desenvolvido uma população de 3.240.000 habitantes.
Mateus 24:42

Portanto vigiai, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor.

O livro apresenta Jesus, como Rei e Messias. Mateus conhecendo a esperança do povo judeu, apresenta Jesus como o único que cumpre as Escrituras do Antigo Testamento com relação ao Messias.

1º Prova que Jesus é o Messias prometido ele faz grandes números de citações do Antigo testamento - há cerca de 60 dessas.

2º As primeiras palavras do livro surgem mediatamente ao judeus aos dois pactos que contém promessas do Messias.

 - O Davídico e Abraaãmico (2º Sm 7:8-16 ; Gn 12:1-3)

3º Ausencia geral de explicações dos custumes judaicos, demonstra que o evangelista escreveu a um povo familiarizados com esses costumes.

4º Os judeus davam muita importância as genealogias. Antes de uma pessoa ser ordenada para o sacerdócio, requeria-se que provasse descender de Arão. No tempo de Esdras alguns foram rejeitados por não provarem o seu direito ao sacerdócio.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

costumes das familias tribais

Efraim – monte de  Js 17: 15; 19: 50; 20: 7
Também se diz região de Efraim. 
Deu-se este monte à cordilheira que se estende de Norte a Sul pelas terras de Efraim.  Era fértil o solo tanto das rampas orientais como ocidentais.
Eucana – Possessão de Deus
Pai se Samuel ( 1º Samuel 1:. 1 a 23; 1º Crônicas 6: 27 , 34)
Ele viveu no tempo de Eli
Época de idolatria apesar de Eli ser fiel como sacerdote, ele deixou de honrar a Deus  por não disciplinar os seus filhos.
Ana – Graça, compaixão
Nesta época era comum o homem ter duas esposas 1º Samuel 12.
O Talmude estabelecerá o numero de 4  esposas para cada um homem comum, e de 18 para o rei.
Na realidade, somente os príncipes podiam se permitir o luxo de um Harém.
As vezes, o interesse é o que leva à procura de uma segunda mulher, pois assim obtém-se uma criada; contudo, com mais frequência há o desejo de ter numerosos filhos, principalmente quando a primeira mulher é estéril ou teve somente filhos.
A isto acrescenta – se que a mulher orientais, que se casa muito jovem, perde logo seu vigor. 
A presença de várias esposas não contribuía para  a paz no lar.
A mulher estéril era menosprezada por sua companheira; assim, por  exemplo, Ana por Penina 1º Samuel 1: 6, mesmo sendo escrava, e Sara por Hagar Genesis 16: 4,5.
Por outro lado, a mulher estéril tinha ciúmes da esposa fecunda, como no caso de Raquel e Lia Gênesis 30: 1.
A esses motivos de inimizade acrescentavam-se as preferencias do marido por ua delas Genesis 29: 30,31; 1º Samuel 1: 5; A lei de Duteronômio 21: 15-17 teve de intervir para que os filhos da mulher menos amada não fossem despossados em favor dos filhos da esposa preferida.
Chamadas “rivais” as mulheres de um mesmo homem 1 Samuel 1: 6.

Tradição famíliar no Antigo Testamento

No Antigo Testamento, A relação do sujeito dentro de seu grupo social correspondia à estruturas social que o cercava.

A Família no Antigo Testamento:
 História e Sociologia  
A)     O primeiro dele , Bayit  ‘ab , representava o núcleo familiar básico, ou as pessoas de uma mesma casa.  Gn 24: 38-40; 28: 21; 41: 51; 46: 31
B)     O segundo formado pelo clã ou  Mishpahá , é a unidade familiar mais ampla liderada pelos mais velhos ou “anciãos”.  Os anciãos , do hb. Zãqem, faziam parte de uma categoria social entre os hebreus, conhecidos pelos sábios conselhos, prudência, vivência e capacidade para julgar situações embaraçadas.
C)     E por ultimo a tribo, hb Matteh, correspondia ao conjunto de clãs  1º Samuel 18: 8

Durkheim classifica esse modelo social como solidariedade mecânica.
Nesta, os indivíduos possuem sua identidade por meio da família, da religião, da tradição e dos costumes da tribo.
Todos reconhecem a vivem os mesmos valores de acordo com a terdição ancestral, do qual a coletividade procede.  Uma “família-tronco” perpetua-se em torno do chefe da família pela instituição de um “herdeiro associado”. Os indivíduos nesse modelo social vivem sob a coerção dos fatos sociais, ou das normas coletivas que obrigam o sujeito conforme o costume e tradição local.