segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A PARTE 4 - SALVAÇÃO PREFIGURADA NO SACERDOCIO LEVITICO

Chamadas pessoais : Salvação oferecida a todos
A todos que estão cansados e sobrecarregados ;  Mt 11: 28
A todos aquelas que crê etc..;  Jo 3: 15,16; 4:14; 11:26; Ap 22:17
Aos confins da terra; Is 45: 22; Ez 33: 11; Mr 28: 19; Mc 16: 14; Jo 12:32; 1Tm 2:4; 2 Pd 3:9.
E a quantos encontrados ; Mt 22:19.
Objetivo do chamado
Aos arrependidos; Mt 3:2 ; 4:7; Mc 14:15
Ao batismo; At 2: 38; 17: 30; 2 Pd 3:9
A Fé; Mc 11: 15; Jo 6: 29; 20: 31; At 16: 3’; 19: 4; Rm 10: 9; 1Jo 3: 23
Significado do chamado:
Ele chama os homens através da palavra de Deus; Rm 10; 16,17; 2 Ts 2:14
Ele chama os homens pelo seu Espírito; Jo 16:8; Hb 3: 7,8.
O Espírito Santo insta com o pecador a aceitar à cristo
Ele chama os homens através de seus servos; 2 Cr 36:15; Jr 25:4; Mt 24: 22:2,4,9; Rm 10: 14,15  

A PARTE 3 - SALVAÇÃO PREFIGURADA NO SACERDOCIO LEVITICO

 Somente neste dia, o sumo  sacerdote podia entrar na parte do templo chamado Santo dos santos e devia apresentar-se com roupas brancas, diferentes das demais roupas dos sacerdotes em geral.
 Neste dia ele não representava um simples oficiante de todos os dias, mas como o escolhido de YHWH, como que a apontar para aquele que estão perto de Deus, os quais possuem vestiduras brancas.  Sete dias antes da expiação, o sumo sacerdote deixava sua casa, e passava a residir em dependência do templo.  
Havia sempre um substituto designado para o caso de vir ele a tornar-se incapacitado para o desempenho de seus deveres em caso de morte.  
Era tão importante a cerimônia do dia da expiação, que o não se podia admitir que o sumo sacerdote errasse ou esquecesse qualquer ponto da execução. Havia um teste de memória e de demonstração real do que ia realizar no dia seguinte.  Após esta demonstração, este preparava tratamento perante os anciãos, de que não alteraria qualquer dispositivo dos ritos daquele dia.  Outra coisa que todos devem conhecer acerca do dia da expiação é que o sumo sacerdote não pode dormir durante a noite toda.  Afim de não ser apanhado pelo sono, passava a noite lendo e comendo as escrituras.
As ofertas dois bodes, um carneiro e um touro, eram colocados na entrada do santuário.  Tirava-se sorte sobre os dois bodes:  primeiro era para o senhor e o outro era o bode emissário.   Em seguida, o touro era imolado pelo sumo sacerdote como sacrifício pelos seus próprios pecados e pelos da sua casa.  O sumo sacerdote entrava no santuário e envolvia o propiciatório numa nuvem de incenso, para não ser aniquilado pela visão de Deus;  aspergia a arca e o propiciatório uma vez com sangue e depois mais sete vezes diante da arca e do propiciatório. Depois era a vez do sacrifício pelos pecados do povo.   Todos os sacrifícios e cerimoniais do Antigo Testamento eram sombras de um sacrifício perfeito, capaz de cobrir e perdoar todos os pecados,  Hb 5:7; 7: 25

sábado, 26 de fevereiro de 2011

PARTE 2 - SALVAÇÃO PREFIGURADA NO SACERDOCIO LEVITICO

*O mediador chegava até as mais dolorosas renuncia em favor de sua tarefa, Esse aspecto alcançou seu ponto culminante no Servo de   Yahweh, vitima do crime dos irmãos.
 No Novo Testamento:
*A palavra mediador aparece poucas vezes  Gl 3:19; 1Tm 2:5; Hb 8:6; 9:15; 12:24, e o verbo agir como mediador somente uma vez Hb 6:17, samente Gálatas 3:19 refere-se a Moises e os outros referem-se a Jesus Cristo.
O escritor de Hebreus , referindo-se a excelência  do ministério de Cristo, em contraste como ministérios  fracos, incompletos e limitados dos homens fez esta afirmação Hb 8: 6, mas uma coisa que esclarece definitivamente o assunto, e que é essencial para os leitores que estudam a palavra de Deus, está nesta declaração das escrituras  ( ler 1 Tm 2: 5), Essa declaração clara e positiva fecha definitivamente as portas aos impostores que pretendem ver multiplicado o numero de mediador.     
*Expiação – do hebraico “ YAM HAKKIPPÛRIM”, é o grande dia de expiação e penitencia geral em Israel  celebrado no décimo dia do sétimo mês ( ETANIM).
O dia da expiação foi estabelecido pelo próprio Deus, a fim  de que o Sumo Sacerdote oferecesse  sacrifícios de expiação, por todo quanto tivesse sido  usado ou estivesse a serviço do Senhor. Lv  16:32,33.
O fato da repetição desse ato pelo sacerdote, isto é, da repetição do dia da expiação, indica que a lei não fez nada perfeito, ao mesmo tempo que aponta a fraqueza e a inutilidade dos mandamentos, e a necessidade que alguém fizesse um sacrifício único e dafinitivamente pelo povo

PARTE 1 - SALVAÇÃO PREFIGURADA NO SACERDOCIO LEVITICO

*Sacerdote – do grego (mesite).
                         O hebraico da Bíblia desconhece por completo esse termo. Mediador aplica-se aquele que intervém  entre partes em litígio, quer   de pessoas jurídicas, como órgão de comunicação ou agente de reconciliação. O mediador é um intermediário entre duas partes separadas que desejam entrar em acordo.  Na historia das religiões, mediador é o mundo, entre Deus eo home, pelo qual este pode entrar em contato com a divindade. 
*No A. T,  apesar dos antropomorfismos, há uma verdade expressa.  È á transcendência de Deus, infinitamente superior ao homem e a todas as realidades cósmicas. Deus não pode ser alcançado pelos homens, mas ele desce aos homens, vencendo distancias insuperáveis.
*durante a época patriarcal.  A figura misteriosa de Melquisedeque, que abençoou Abraão, como Sacerdote do Deus altíssimo Gn 14 
*A escada vista por Jacó Gn
*Intercessores, que são mediadores humanos; são Abraão – Gn18:22; 20:11-18
*Todos os profetas – são mediadores entre Deus e o seu povo porque são interpretes  e pregadores da Palavra de Deus  ^WEx 4: 16; Is 5: 9
* Moises – Dt 18: 18 e 34: 10 o chamam de profeta, porque recebia a doutrina e os mandamentos de YAHWH, e os transmitia ao povo Êx 19: 3; Dt 5: 5, assim também o servo de YAHWH, é apresentado como mediador.
*O povo pede um mediador  Êx 20: 19
*Moises como mediador na rebeldia do povo no deserto Nm 14, um sentimento de responsabilidade  pessoal diante de Deus  1 Sm 2: 25.
*Os sacerdotes também foram considerados mediadores, orando e oferecendo sacrifício pelos pecedos ao povo e recordando-lhes as exigências divinas, abençoando-os em nome de Deus  Êx 28: 12; 29: 30; Lv caps. 8 e9, Nm 6: 22- 27; Dt 18:13-22.   

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

SALVAÇÃO

O cristianismo acredita que a fé em jesus Cristo proporciona aos humanos a salvação e a vida eterna   (Ver João 3:16)
 Salvação é um termo que genericamente se refere à libertação de um estado ou condição indesejável.  O conceito de salvação eterna, salvação celestial ou salvação espiritulal  faz referencia a Alma, pela qual se livra de uma ameaça eterna ( castigo eterno ou condição eterna ) que esperaria depois da morte.

 Na teologia, o estado da salvação se chama Soteriologia  e  é um conceito vitalmente importante em varias religiões.

*Alma - é um termo que deriva do Latim anima, refere-se ao principio que da movimento ao que é vivo, o que é     animado ou que faz mover.

*Religiosamente definida como ser independente da matéria o que sobrevive à morte do corpo, que se julga continuar viva após a morte do corpo, podendo o seu destino ser a beatitude celestial ou tormento eterno segundo este conceitoa morte é considerada como passagem da Alma para a vida eterna, no domínio espiritual.   A grande maioria das religiões, concorda em linhas gerais com esta definição.
O conceito de uma Alma imortal é muito antigo de fato, as suas raízes remontam ao principio da historia humana.
 * A alma para os antigos escritores gregos , aplica-se à PSY-KHé de varios modos e não eram-coerentes, seus pensamentos pessoais e religiosos influenciando seu uso do termo.
*2º- o lexico grego-ingles, define a alma como "o eu consiente" ou o ser "vivente" (humano ou animal).
* A alma para os antigos escritores Hbraicos.
Aplica-se à ( NÉ-FESH ), num sentido que exprime a idéia de um "ser que respira" e cuja vida é sustentada pelo sangue.
O termo em hebraico (NE-FESH, grego PSY-KHÉ é usado nas escrituras, mostra que a "Alma" é a pessoa, o animal ou vida que a pessoa ou o animal usufruí.
"NE-FESH- é a própria pessoa, sua necessidade de alimento ], a próprio sangue nas suas veias, seu ser"

NE_FESH- é o termo de muito maior extensão de nossa "Alma", significando vida êx 21:23; dt 19:21 e suas varias manifestações vitais:
Respiração- Gn 35:18; jó 41:13(21), sangue gn 9:4;dt12:23; Sl 140:8, desejo 2Sm 3: 21; Pr 23:2.
A alma no A.T. significa, não uma parte do homem, mas o homem inteiro - homem como ser vivente.
No N.T. significa, vida humana. Vida duma entidade individual, consciente, além do invólucro material, que é o corpo carnal. Mt 2: 20; 6:25; Lc 12:22-23; 14:26; Jo 10:11,15,17; 13:37.
no N. T. salvar a alma não significa salvar parte "espiritual" do homem, em contraste com o seu corpo, mas a pessoa inteira, com ênfase no fato de que a pessoa está viva, desejando, amando e querendo, etc.., em adição a ser concreta e física.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Parte 4 Doutrina de Cristo Antes da Reforma.

1º Até o Concilio de Calcedonia.

Na literatura Cristã primitiva Cristo Sobressai como Humano e Divino, como o Filho do Homem, mas também como Filhoo de Deus.
Seu caráter sem pecado e defendido, e ele é considerado como legítimo objeto de culto. Naturalmente, o problema suscitado por Cristo, como ao mesmo tempo Deus  e homem, e as dificuldedes envolvidas em tal concepção, não foram plenamente sentidos pela mente cristã dos primeiros tempos e so assomaram e ela à luz da controvérsia.  Era simplesmente natural que o Judaismo, com a sua forte ênfase ao Monoteísmo, exeercasse considerável influência sobre os primeiros cristãos, de extração Judaica.  Os ebionitas (ou parte deles) sentiram constrangidos, no interesse do Monoteísmo, a negar a divindade de Cristo.
Eles o consideravam como simples homem, filho9 de José e Maria, qualificado em seu batismo par ser o Messias, pela descida do Espirito Santo sobre ele.  Os alogi ( álogos ou alogianos), que rejeitam os escritos de õão por que entendiam que a sua doutrina do Logos está em conflito, com o restante do Novo Testamento, também viam em Jesus apenas um homem, conquanto miraculosamente nascido de uma virgem, e ensinavam que cristo desceu sobre ele no batismo, conferindo-lhe poderes sobrenaturais.  Paulo de Samosata, seu principal representante, distinguia entre Jesus e o Logos.   Ele considerava aquele como um homem igual a todos, nascido de Maria, ercomo razõa impessoal divina, que fez sua habitação em CVristo num sentido peeminente, desde a criação do seu batismo, e assim o qualificou para a sua grande tarefa. 
Em vista dessa nagação, fazia parte da função dos primeiros apologetas a defesa da doutrina da Divindade de Cristo

Parte 3 Cristologia "A Pessoa de Cristo"

1º A doutrina de Cristo na história.
    A relação entre Antropologia e Cristologia.

Há uma relação muito estreita entre a doutrina do homem e a de Cristo.
A primeira trata do homem, criado à imagem de Deus e dotado de verdadeiro conhecimento, Justiça e santidade, nas que, pela voluntaria transgressão da lei de Deus, despojou da sua verdadeira humanidade e se transformou em pecador.
Ela mostra o homem como uma criatura de Deus altamente privilegiada, , trazendo ainda alguns traços da glória original, mas, todavia,uma criatura que perdeu os seus de nascimento, sua Verdadeira Liberdade e sua Justiça e Santidade Originais.
Significa que a doutrina dirige a atenção não apenas, nem primeiramente, à condição do homem como criatura, mas, sim, a sua pecaminosidade.
Salienta a distancia Ética que há entre Deus e o homem, distancia resultante da queda do homem e que, nem o homem nem os Anjos podem cobrir, e, como tal, é virtualmente um grito pelo socorro divino.

A Cristologia é uma parte a resposta a esse grito.
Ela nos põe a parte da obra objetiva de Deus em Cristo constituido uma Ponte sobre o Abismo e eliminando a distancia.
A doutrina nos mostra Deus vindo ao homem e para restabelecer o homem em sua bendita comunhão.

A Antroplogia já dirije a atenção à provisão da graça de Deus, para uma aliança de companheirismo com o homem que provê uma vida de Bem-Aventurada comunhão com Deus; mas a aliança só é eficiente em Cristo e por meio de Cristo.  E portanto a doutrina de Cristo como mediador da aliança deve vir necessariamente em seguida, Cristyo tipificando e prenunciado no Antigo Testamento como o redentor do homem, veio na plenitude do tempo, par tabernacular entre os homebs e levar a efeito uma reconciliação eterna.